terça-feira, 10 de novembro de 2015

Flores e Pitágoras - Criando um "jardim"

A atividade proposta foi que fosse criada uma função flor3 que criasse uma flor com 4 pétalas nas diagonais, tangentes ao miolo, partindo da função flor2 criada em sala de aula. Depois, o Processing deve imprimir 100 flores dessas na tela e parar a execução.
Segue abaixo o código da função flor2:


E da função circulo, que é utilizada em flor2:


Executando o código abaixo:



A flor2 é retornada.



Partindo da flor2, fiz a função flor3, que cria pétalas nas diagonais. Para isso, fiz alguns cálculos.
  
                                
Como se pode ver na imagem acima, para colocar as “pétalas” das flores foi considerado a existência de um triângulo retângulo imaginário, com a hipotenusa valendo 2r, e os catetos x.

Aplicando o teorema de Pitágoras, temos:
X²+X²=(2r)²
Desenvolvendo...
2X² = 4r²
X² = 2r²
X = r
A coordenada de cada pétala (X e Y) deve ser igual ao valor das coordenadas do miolo e mais ou menos (dependendo da posição da pétala) o valor r  .
As linhas de código da função flor3 são essas:
 
                 
O primeiro circulo() cria o miolo, os demais, as pétalas.
Executando as seguintes linhas de código:
                       
O Processing retorna o seguinte:





E executando essas linhas de código:



Temos a saída de 100 flores de tamanhos randômicos. Adicionei uma escala monocromática para diferenciamento das mesmas:


Código completo:


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